O Rio de Janeiro está passando por uma situação criada pela má gestão de seus últimos governantes. A ausência do poder público nas favelas abriu espaço para o surgimento de um poder paralelo que domina nosso estado, confesso que não estou nem um pouco surpreso, pois é justamente isso que acontece quando se varre POR MUITO TEMPO a sujeira para debaixo do tapete, o mais triste de toda a história é que nós trabalhadores e cidadãos de bem acabamos pagando o pato.
Não aplaudo todo essa operação da polícia e do governo, só observo temeroso, pelo que o futuro, o final de tudo isso possa nos reservar, pois ao meu ver, enquanto a polícia faz ações espetaculares nos morros, os “traficantes burgueses” continuam a lucrar com as transações internacionais. Até porque “não havia nenhum barão das drogas naquela marcha tétrica da Vila Cruzeiro ao Alemão.
Em que momento o Google deixou de ser apenas um site de busca e se tornou uma das mais poderosas empresas do mercado online? À procura dessa resposta, o apresentador Gilles Cayatte vai ao Googleplex, um conjunto de prédios onde está localizada a sede da empresa, na Califórnia. Enquanto percorre corredores, salas e laboratórios, ele conversa com funcionários da empresa e revela como é feito o processo de seleção. Cayatte entrevista também o colunista do The New York Times, Michael Malone; o CEO da Google, Eric Schimidt; e os donos Sergey Blin e Larry Page.
A água é a fonte da vida, mas também pode destruir. O resto da civilização começa a sofrer os estragos da água de todas as formas: a chuva e a corrosão começam a derrubar edifícios simbólicos como a Torre de Seattle, enquanto a umidade no Oriente Médio destrói o hotel Burj al-Arab em Dubai. A chuva inunda cidades inteiras, e enquanto isso existem ainda criaturas na Terra que sofrem essas consequências e não há mais nenhum ser humano para ajudá-las.
O que aconteceria com o mundo se a humanidade deixasse de viajar através dele? As refinarias continuariam bombeando petróleo, mas se transformariam em bombas-relógio. Os invernos rigorosos destruiriam as grandes fábricas de automóveis. Além disso, uma raça de cachorros domésticos redescobriria seus naturais instintos assassinos.
Em meio ao caos da natureza, as armas que deixaríamos não serviriam para nenhuma espécie. Um submarino nuclear afundado terá um final explosivo no fundo do oceano. Os barcos de guerra sofrerão novos ataques provocados pelo seu próprio descontrole. A neve se acumulará sobre os prédios causando avalanches urbanas, e as indefesas vacas leiteiras enfrentarão surpreendentes ameaças.
Este futuro apocalíptico das grandes cidades do pecado não é nenhuma aposta. Las Vegas será arrasada por um “rat pack” com ratos reais, enquanto as figuras de cera se derreterão e hotéis icônicos entrarão em colapso. Em Atlantic City, o oceano partirá os edifícios pela metade, enquanto o boulevard se negará a desaparecer.